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Os maiores sucessos brasileiros dos anos 80

Anos 80: Relembre alguns dos maiores sucessos da música brasileira e saiba um pouco da história por trás de cada uma das músicas.

Inútil – Ultraje a Rigor

Essa música retrata a situação do país perante a educação básica e cívica da população, de forma bem criativa, Roger, vocalista da Banda, se utiliza de desvios da norma padrão para justamente mostrar o desconhecimento da língua portuguesa e questões políticas da população como um todo.

Além disso, a melodia é extremamente simples, conta com variações do mesmo acorde e riffs de guitarra, e não são utilizados nem 3 acordes diferentes na versão original. Essa simplicidade é proposital para fazer jus àquilo que é falado na música.

Apesar dessa pegada mais crítica da música, se você não é contagiado pelo ritmo, ou durante os anos 80 e 90 não passou uma tarde sequer gritando “INÚTEIS” pela casa enquanto a música tocava, talvez você tenha perdido uma ótima oportunidade.

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Roger Moreira · 16/08/2022 às 11:23 · Ler Mais

Jô Soares estava entre as 15 figuras públicas vivas mais inteligentes do mundo; eram 3 brasileiros na lista | Celebridades | Glamour

Entre os brasileiros está Roger Rocha Moreira, músico conhecido por ser o principal idealizador, compositor, guitarrista e vocalista da banda de rock Ultraje a Rigor. Ele consta com 172 pontos de QI (99,9 de percentil).

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Roger Moreira · 06/08/2022 às 15:04 · Ler Mais

60 anos dos Rolling Stones: irreverência e intensidade de uma banda imortal


Por fim, a mais recente passagem dos britânicos pelo Brasil foi em 2016, quando a banda visitou as capitais de Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul. Assim, em cada cidade, os Rolling Stones receberam uma abertura diferente, que ficou por conta de Titãs, Cachorro Grande e Ultraje a Rigor.

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Roger Moreira · 01/08/2022 às 11:24 · Ler Mais

Singer fomenta a guerra de todos contra todos | Bruna Frascolla

Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, tem um QI colossal. Se a vida fosse tão simples quanto diz Singer, ele seria um bilionário, um grande cientista ou um grande filósofo. Mas ninguém perguntou a Roger se ele queria ser outra coisa que não um roqueiro. Se tivesse nascido nos EUA filho de pais ricos, talvez considerasse humilhante ser músico. Talvez enchesse a cara de remédio psiquiátrico e talvez fosse um acadêmico medíocre morto de overdose. Quem disse que QI é garantia de sucesso?

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Sim, sei muito bem que não é. Embora tenha sido, no meu caso.

Roger Moreira · 28/07/2022 às 12:49 · Ler Mais

Shows marcantes do RiR serão disponibilizados pela WePlay Music TV – Vírgula

Por meio de um acordo com a MZA Music, uma das principais gravadoras e produtoras de eventos e audiovisuais em atividade no país, apresentações de Cássia Eller, Titãs e Xutos e Pontapés, Detonautas, Frejat, Irá! e Ultraje a Rigor, Sepultura e Tambours du Bronx, entre outros, serão disponibilizados entre os meses de julho e agosto.São 38 anos de festival e dá para imaginar a quantidade de momentos que tornaram o evento esse grande espetáculo da música. Na WePlay Music TV, algumas dessas apresentações poderão ser relembradas com a playlist “O Brasil no Rock In Rio”.

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Roger Moreira · 26/07/2022 às 11:46 · Ler Mais

(1) Delação de Marcos Valério: Qual a ligação entre Lula e PCC? | 62 MINUTOS – YouTube

Roger Moreira · 13/07/2022 às 12:32 · Ler Mais

Faith No More, Slipknot e famosos nos camarotes do Rock in Rio – Glamurama

No espaço da SKY na Cidade do Rock teve palinha de Andreas Kisser e Roger, do Ultraje a Rigor. Os dois ganharam guitarras Fender por lá.

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Roger Moreira · 11/07/2022 às 11:37 · Ler Mais

Quando um show de strip-tease foi o craque de uma partida de futebol


 

Apesar de toda a boa repercussão provocada pela novela, ela acabou entrando na história da televisão brasileira, por conta da polêmica provocada pela sua abertura. Criada pelo designer Hans Donner, durante a sua exibição, ao som da música Pelado, da banda Ultraje a Rigor, o modelo Vinícius Manne aparecia, de costas, nu, com as nádegas expostas.

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Roger Moreira · 10/07/2022 às 12:57 · Ler Mais

18 Anos Sem Tirar de Ultraje a Rigor | Cifras

Source: 18 Anos Sem Tirar de Ultraje a Rigor | Cifras

Roger Moreira · 12/06/2022 às 15:57 · Ler Mais

Festa da Cachaça recebe 30 mil pessoas – Correio do Brasil

A 18ª Festa Nacional da Cachaça reuniu neste fim de semana cerca de 30 mil pessoas no município de Luís Alves, no interior de Santa Catarina.

Foram consumidos 10 mil litros de aguardente. A novidade da festa ficou por conta da apresentação dos medidores de cachaça para decoração e a comida típica alemã.

Entre os shows, o destaque foi o grupo Ultraje a Rigor, que se apresentou sábado.

Source: Festa da Cachaça recebe 30 mil pessoas – Correio do Brasil

Roger Moreira · 02/06/2022 às 13:04 · Ler Mais

Sobre a Banda

Princípio: 1980 - 1988

O grupo Ultraje a Rigor começou como uma banda de covers, principalmente de Beatles, punk rock e new wave. A primeira formação, composta por Roger, Leôspa, Sílvio e Edgard Scandurra, começou fazendo pequenos shows em bares. Em 1982, decidiram que o nome da banda seria Ultraje a Rigor, um trocadilho com a expressão "traje a rigor". Roger, inicialmente, havia pensado em batizar a banda apenas como "Ultraje", mas Edgard, quando perguntado a respeito do nome, ouviu errado e perguntou: "Hã? Como é? Que traje, o traje a rigor?". O trocadilho fez sucesso e o nome Ultraje a Rigor foi adotado.

Brevemente, Silvio deixou a banda e foi substituído por Maurício Defendi. Em abril de 1983, a nova formação participa do primeiro show da banda apenas com composições próprias. Após um desses shows, assinaram um contrato de gravação com o produtor Pena Schmidt, que fazia parte da WEA e trabalhou também com artistas como o Ira! (do qual Edgard fazia parte) e os Titãs. Eles haviam gravado seu primeiro single, Inútil/Mim Quer Tocar, que, por problemas com a censura, não foi liberado até outubro daquele ano.

Edgard, já membro do Ira!, encontrou-se impossibilitado de continuar a dividir seu tempo entre duas bandas e optou pela segunda. Carlo Bartolini, conhecido como Carlinhos, foi chamado para seu lugar. Em 1984, com a nova formação, o Ultraje grava seu segundo single, Eu Me Amo/Rebelde Sem Causa. A primeira canção teve relativo sucesso, incentivado pela coincidência de seu refrão com o de Egotrip, da Blitz. A segunda música, porém, foi determinante para o sucesso da banda desde que começou a ser executada, em janeiro de 1985.

O primeiro LP da banda, Nós Vamos Invadir Sua Praia, lançado alguns meses mais tarde, fez grande sucesso. Foi o primeiro LP de rock no Brasil a ganhar Disco de Ouro e Disco de Platina. A maior parte das músicas teve grande sucesso, e a banda quebrou recordes de público em diferentes locais em todo o país, como o Canecão, no Rio de Janeiro.

No início de 1986, o Ultraje grava um LP chamado Liberdade Para Marylou, com uma versão remixada de Nós Vamos Invadir Sua Praia, a canção inédita Hino dos Cafajestes e uma versão de Marylou em ritmo de carnaval, que foi bastante tocada nos bailes de carnaval da época. Em 1987, durante as gravações do novo LP, Sexo!, Carlinhos (com a possibilidade de uma mudança para Los Angeles para formar sua própria banda) deixou a banda e Sérgio Serra o substituiu. O segundo álbum foi tão bem sucedido quanto o primeiro, com a canção Eu Gosto de Mulher atingindo um máximo de #96 no Hot100Brasil.

Maturidade e mudanças: 1989 - 1998

Em 1989, mais maduros e um pouco cansados pelas constantes turnês, os integrantes gravam o terceiro disco, Crescendo. O álbum vendeu bem, mas os meios de comunicação social começam a perder o interesse no Ultraje após quatro anos de sucesso. Mesmo assim, o grupo ainda provocou polêmica, ao fazer uma provocação ao anúncio do fim da censura oficial, com a canção Filha da Puta. A canção foi censurada extra-oficialmente, em muitas estações de rádio e programas de TV, o que dificultou a promoção do álbum. Outras canções picantes com temas como "O Chiclete" e "Volta Comigo", uma música que trata de adultério, tiveram suas execuções comprometidas. Em 1990, o Ultraje voltou às suas raízes lançando o "Por Quê Ultraje a Rigor?", um álbum de covers que faziam parte do seu repertório do início da carreira, além de Mauro Bundinha, uma canção inédita da mesma fase. Mauricio, após ter se casado com uma americana, mudou-se para Miami. Sua vaga foi provisoriamente preenchida por Andria Busic, baixista do Dr. Sin, que entregou seu lugar um mês depois para Osvaldo Fagnani. Após quase mais um ano de turnê, Roger percebe que o Ultraje a Rigor já não era a mesma banda. Leôspa, depois de ter casado, já não podia manter o seu entusiasmo para viajar e ensaiar; Sergio aspirava sair para formar a sua própria banda, e Osvaldo preferia trabalhar em seu estúdio profissional. Depois de uma conversa com Leôspa, Roger decidiu procurar novos membros para tentar continuar o Ultraje.

Pesquisando em bares e através de mostras de bandas principiantes, encontrou Flávio Suete, baterista que tocava covers de Frank Zappa. Flávio recomendou Serginho Petroni, baixista que também tocava covers. Juntos, começaram as audições para novos guitarristas. Depois de meses de teste, descobriram Heraldo Paarmann através de um anúncio da Rádio Brasil 2000 FM. Eles continuaram ensaiando e tocaram alguns shows para reforçar os respectivos sons. Em 1992, contra a vontade da banda, a WEA lançou uma coletânea chamada "O Mundo Encantado de Ultraje a Rigor" (a palavra "Encantado" era uma ironia de Roger com relação ao encanto dos primeiros anos e as dificuldades com a gravadora, em relação a novos projetos). Embora essencialmente uma coletânea do material lançado anteriormente, o álbum continha duas novas faixas da nova formação (Vamos Virar Japonês, com a dupla caipira Tonico e Tinoco; e uma versão de Rock das Aranha, de Raul Seixas) juntamente com reedições hits lançados anteriormente. Em 1992, ainda em rebelião contra a indiferença da sua empresa discográfica, o grupo grava independentemente Ah, Se Eu Fosse Homem, uma digressão sobre as dificuldades enfrentadas pelos homens no que diz respeito ao novo pós-feminismo. A fita desta música, distribuída para estações de rádio pela própria banda, produziu os resultados esperados.

Em 1993, em meio a uma situação já tensa com a gravadora, lançam Ó!, seu sexto LP - o quarto composto apenas por novos materiais. O disco foi gravado às pressas (dois meses de estúdio) e com orçamento pequeno, condição que foi imposta pela WEA, que mesmo assim, praticamente ignorou o álbum, fazendo com que o contrato fosse rompido em 1994. O clipe de "Acontece Toda Vez Que Eu Fico (Apaixonado)" fez sucesso na MTV, mas a canção era apenas um modesto sucesso na mídia e nas lojas. Em 1995, uma nova coleção de hits, desta vez sem o conhecimento da banda, foi lançado, parte de uma série chamada "Geração Pop". Em 1996, a empresa lança ainda outra coleção-surpresa, um registro denominado O Melhor do Ultraje a Rigor/2 É Demais! - fusão dos dois primeiros álbuns sem as faixas bônus. Ainda sem notificar a banda, a Warner libera mais dois relançamentos: em 1997, Pop Brasil, (na verdade, uma reemissão de Geração Pop com menos músicas), e, em 1998, Ultraje a Rigor Vol. 2/2 É Demais!, outra coletânea-fusão de dois álbuns, sem as faixa-bônus, da banda - o terceiro e quarto discos.

Recomeço: 1999 - 2007

No início de 1999, depois que Serginho deixou a banda e foi substituído por Rinaldo Amaral (conhecido como Mingau), o Ultraje lança 18 Anos Sem Tirar!, um disco ao vivo gravado em 1996, de maneira independente, que ganhou quatro faixas inéditas em estúdio. Agora tendo trocado a WEA pela a Deckdisc/Abril Music e tendo como carro-chefe a faixa "Nada a Declarar", alcançam o Disco de Ouro. Em Janeiro de 2001, o Ultraje a Rigor participou da terceira edição do Rock in Rio, numa apresentação conjunta ao lado do Ira! e com direito a Should I Stay Or Should I Go?, cover do The Clash.

Em 2002, outra alteração na formação: Flávio e Heraldo distanciam-se das intenções musicais do resto da banda e resolvem deixá-la. Foram substituídos por Marco Aurélio Mendes, o Bacalhau, ex-baterista do Rumbora, e Sérgio Serra, ex-guitarrista do Ultraje, que voltou de Los Angeles para reintegrar o grupo e participar da gravação de Os Invisíveis.

Em 2005, a banda gravou e lançou, em CD e DVD (o primeiro da carreira), o seu Acústico MTV. O álbum inclui grandes sucessos como "Inútil", "Mim Quer Tocar", "Independente Futebol Clube" e "Eu Gosto de Mulher" e faixas inéditas, como "Cada Um Por Si". Destaques também para Eu Não Sei, versão de Can't Explain, do The Who, feita por Roger a pedido do Ira!; Ciúme, gravada numa versão originalmente prevista para o disco Nós Vamos Invadir Sua Praia, com uma parte calma; e Nós Vamos Invadir Sua Praia, com cordas e metais.

Fase independente: 2008 - 2010

No final de 2008, Roger confirmou a saída da gravadora Deckdisc para trabalhar em um álbum independente disponível para download. O projeto recebeu o nome de Música Esquisita a Troco de Nada!, não sendo necessário pagar para ter as músicas em seu computador. No início de 2009, após a gravação de algumas demos, Sérgio Serra abandona novamente a banda. Lançado em 5 de abril de 2009, o EP foi gravado com as participações especiais de Edgard Scandurra nas guitarras, da cantora Klébi Nori na música Amor e foi disponibilizado no site ReverbNation e no My Space da banda.

Após alguns meses como um power-trio, acompanhados pela banda de apoio, através de uma conta no Facebook, Roger anuncia a entrada do guitarrista Marcos Kleine. Com esta formação, a banda continua realizando shows pelas proximidades da região sudeste do Brasil, devido ao medo de avião de Roger, o que leva a banda conseguir agenda em shows que são possíveis a locomoção por ônibus.

2010 - Atualmente

Em 2010, foi anunciado o lançamento da biografia Nós Vamos Invadir Sua Praia, que mostra a história da banda. O livro, escrito pela jovem jornalista Andréa Ascenção, autora do agente literário Andrey do Amaral, vem recheado com histórias, fotos, letras de músicas, depoimentos e curiosidades. A biografia foi publicada em abril de 2011 pela Editora Belas Letras. Na época, Roger pretendia gravar um CD e DVD ao vivo, comemorando 30 anos de carreira.

Em junho de 2011, a banda passou a fazer parte do elenco do talk show Agora É Tarde, como banda fixa. Com isso, a banda voltou a ter um maior destaque na grande mídia, se apresentando em grandes festivais, como o SWU, onde tiveram problemas com a produção do cantor britânico Peter Gabriel, e no Reveillon na Paulista.

Em 2012, a banda lançou pela Deckdisc um álbum em parceria com os Raimundos, intitulado O Embate do Século: Ultraje a Rigor vs. Raimundos. A ideia do projeto é de que uma banda regrave da outra, e vice-versa.

No final de 2013, a banda anunciou a saída da Rede Bandeirantes e do Agora É Tarde, se juntando, assim, a Danilo Gentili, Léo Lins, Murilo Couto e Juliana Oliveira no novo late-night talk show brasileiro, The Noite no SBT.

Em 2015, a banda grava o álbum instrumental Por que Ultraje a Rigor?, Vol. 2, sendo uma continuação do álbum de versões, lançado pelo grupo em 1990. O registro, gravado ao vivo no estúdio, conta com 20 regravações e tem a distribuição da EF, selo pertencente à Sony Music. O projeto foi lançado em agosto. No mesmo ano se apresentaram no Palco Sunset da sexta edição do Rock in Rio, ao lado de Erasmo Carlos.

Em 2016, abriram o show dos Rolling Stones no Estádio do Maracanã pela turnê América Latina Olé Tour 2016.

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