News

Os sete pecados capitais e a MPB – Revista Ideias

O complicado é encontrar quem assuma de verdade as próprias expectativas na relação com a grana, quase ninguém confessa, próprio punho, as ambições. E é por isso que termino a coluna de hoje com os improváveis rapazes do Ultraje a Rigor. Roger Moreira tratou de desmistificar aquela coisa idealizada do artista que prescinde da grana para sobreviver: “Mim quer tocar / Mim gosta ganhar dinheiro (dinhero!) / Me want to play / Me love to get the money (the money!) […] Mim gosta tanto tocar / Mim é batuqueiro (conhero!) / Mas mim precisa ganhar / Mim gosta ganhar dinheiro (dinheiro!)”.

via Os sete pecados capitais e a MPB – Revista Ideias

Roger Moreira · 25/09/2018 às 17:09

O som que brota na telona http://www.jb.com.br – Cultura

Na etapa de Paraty serão exibidos “Ultraje”, com direção de Marc Dourdin,

via O som que brota na telona http://www.jb.com.br – Cultura

Roger Moreira · 25/09/2018 às 16:57

Entrevista com Rafinha Bastos | The Noite (21/09/18)

O The Noite Com Danilo Gentili traz muitos entrevistados interessantes e alto índice de piadas por minuto, abordando os fatos mais (e menos) relevantes do dia. A atração também conta com Léo Lins, Murilo Couto, a assistente de palco Juliana, além do irreverente locutor Diguinho Coruja. A trilha sonora fica por conta da banda Ultraje a Rigor e os comentários inteligentes são cortesia do vocalista Roger Moreira, que é requisitado no quadro “O Homem do QI 200” toda vez que surge algum “problema”.

via Entrevista com Rafinha Bastos | The Noite (21/09/18)

Roger Moreira · 23/09/2018 às 16:54

MIMO Paraty 2018 – Diário do Vale

Destaque em Paraty para os filmes longas-metragens Ultraje, direção de Marc Dourdin, documentário sobre a banda de rock Ultraje a Rigor

via MIMO Paraty 2018 – Diário do Vale

Roger Moreira · 23/09/2018 às 16:52

Nós Vamos Invadir Sua Praia do Ultraje a Rigor é o Disco da Semana – Marcos Tottene

Esse é um dos poucos discos que saiu ileso do rock nacional da década de 1980, e eu o escolhi esta semana porque algumas de suas músicas funcionam perfeitamente nos tempos atuais. Pertencendo à lis…

Source: Nós Vamos Invadir Sua Praia do Ultraje a Rigor é o Disco da Semana – Marcos Tottene

Roger Moreira · 21/09/2018 às 17:52

Jogo Aberto | Blog do PCO

Com o cenário político brasileiro que aí está, volta a cair na boca do povo a música da banda Ultraje a Rigor: “A gente não sabemos/Escolher presidente/A gente não sabemos/Tomar conta da gente/A gente não sabemos/Nem escovar os dente/Tem gringo pensando/Que nóis é indigente”… Lançada em 1983, a música “Inútil” virou hino dos jovens que saiam às ruas no movimento das Diretas Já, pedindo a volta pelas eleições diretas para a presidência da República.

Source: Jogo Aberto | Blog do PCO

Roger Moreira · 19/09/2018 às 15:13

Henrique Fogaça faz exigência curiosa a profissionais do MasterChef | VEJA SÃO PAULO

No cardápio da equipe azul estarão bolinho de bacalhau “amoquecado”, asinha de frango marilu (referência ao antigo ao antigo sucesso do Ultraje a Rigor, Marylou) e escondidinho de ragu de linguiça.

Source: Henrique Fogaça faz exigência curiosa a profissionais do MasterChef | VEJA SÃO PAULO

Roger Moreira · 19/09/2018 às 14:24

A Gente Somos Inútil – LiberaPensado

Para além dos “memes”, das questões identitárias, dos discursos de ódio e das violências simbólicas e reais contra o povo, contudo, o caos vivenciado revela algo muito mais profundo. Nossa nata econômico-social (descrita por Jessé Souza como “A Elite do Atraso”), uma vez reinstalada no poder pelo consórcio jurídico-midiático-persecutor, revelou-se, afinal, plenamente incapaz de conduzir os destinos do País. É como se essa casta arrogante fosse o objeto da famosa música do “Ultraje a Rigor” que empresta título a este ensaio.

via A Gente Somos Inútil – LiberaPensado

Roger Moreira · 18/09/2018 às 19:16

Alerta Total: A insuportável leveza do Judiciário

Já Roger, do Ultraje a Rigor,
tenho certeza, acharia mais honesto que ele cantasse:

Morar nesse país
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona
Não que eu tenha nada contra
Profissionais da cama

Mas são os
filhos dessa dama
Que você sabe como é que chama

Filha da puta
É tudo filho da puta.

via Alerta Total: A insuportável leveza do Judiciário

Roger Moreira · 16/09/2018 às 17:11

CIRCUITO GERAL : FILMES QUE EU VI – 43: “GUNG HO – FÁBRICA DE LOUCURAS”

No campo da literatura, a Trilogia Sprawl de William Gibson traz cultura e economia mundiais marcadas pela dominância nipônica. E, no âmbito da música, temos a contribuição um tanto atrasada do Ultraje a Rigor, com seu não-hit de 1992, “Vamos Virar Japonês”. Pois é. É também desta fonte que “Gung Ho – Fábrica de Loucuras” bebe ao se propor enquanto uma comédia dramática retratando as dificuldades dos trabalhadores de uma fábrica de automóveis japonesa na Pensilvânia, ameaçada de fechar devido à baixa produtividade.

via CIRCUITO GERAL : FILMES QUE EU VI – 43: “GUNG HO – FÁBRICA DE LOUCURAS”

Roger Moreira · 16/09/2018 às 17:05

Sobre a Banda

Princípio: 1980 - 1988

O grupo Ultraje a Rigor começou como uma banda de covers, principalmente de Beatles, punk rock e new wave. A primeira formação, composta por Roger, Leôspa, Sílvio e Edgard Scandurra, começou fazendo pequenos shows em bares. Em 1982, decidiram que o nome da banda seria Ultraje a Rigor, um trocadilho com a expressão "traje a rigor". Roger, inicialmente, havia pensado em batizar a banda apenas como "Ultraje", mas Edgard, quando perguntado a respeito do nome, ouviu errado e perguntou: "Hã? Como é? Que traje, o traje a rigor?". O trocadilho fez sucesso e o nome Ultraje a Rigor foi adotado.

Brevemente, Silvio deixou a banda e foi substituído por Maurício Defendi. Em abril de 1983, a nova formação participa do primeiro show da banda apenas com composições próprias. Após um desses shows, assinaram um contrato de gravação com o produtor Pena Schmidt, que fazia parte da WEA e trabalhou também com artistas como o Ira! (do qual Edgard fazia parte) e os Titãs. Eles haviam gravado seu primeiro single, Inútil/Mim Quer Tocar, que, por problemas com a censura, não foi liberado até outubro daquele ano.

Edgard, já membro do Ira!, encontrou-se impossibilitado de continuar a dividir seu tempo entre duas bandas e optou pela segunda. Carlo Bartolini, conhecido como Carlinhos, foi chamado para seu lugar. Em 1984, com a nova formação, o Ultraje grava seu segundo single, Eu Me Amo/Rebelde Sem Causa. A primeira canção teve relativo sucesso, incentivado pela coincidência de seu refrão com o de Egotrip, da Blitz. A segunda música, porém, foi determinante para o sucesso da banda desde que começou a ser executada, em janeiro de 1985.

O primeiro LP da banda, Nós Vamos Invadir Sua Praia, lançado alguns meses mais tarde, fez grande sucesso. Foi o primeiro LP de rock no Brasil a ganhar Disco de Ouro e Disco de Platina. A maior parte das músicas teve grande sucesso, e a banda quebrou recordes de público em diferentes locais em todo o país, como o Canecão, no Rio de Janeiro.

No início de 1986, o Ultraje grava um LP chamado Liberdade Para Marylou, com uma versão remixada de Nós Vamos Invadir Sua Praia, a canção inédita Hino dos Cafajestes e uma versão de Marylou em ritmo de carnaval, que foi bastante tocada nos bailes de carnaval da época. Em 1987, durante as gravações do novo LP, Sexo!, Carlinhos (com a possibilidade de uma mudança para Los Angeles para formar sua própria banda) deixou a banda e Sérgio Serra o substituiu. O segundo álbum foi tão bem sucedido quanto o primeiro, com a canção Eu Gosto de Mulher atingindo um máximo de #96 no Hot100Brasil.

Maturidade e mudanças: 1989 - 1998

Em 1989, mais maduros e um pouco cansados pelas constantes turnês, os integrantes gravam o terceiro disco, Crescendo. O álbum vendeu bem, mas os meios de comunicação social começam a perder o interesse no Ultraje após quatro anos de sucesso. Mesmo assim, o grupo ainda provocou polêmica, ao fazer uma provocação ao anúncio do fim da censura oficial, com a canção Filha da Puta. A canção foi censurada extra-oficialmente, em muitas estações de rádio e programas de TV, o que dificultou a promoção do álbum. Outras canções picantes com temas como "O Chiclete" e "Volta Comigo", uma música que trata de adultério, tiveram suas execuções comprometidas. Em 1990, o Ultraje voltou às suas raízes lançando o "Por Quê Ultraje a Rigor?", um álbum de covers que faziam parte do seu repertório do início da carreira, além de Mauro Bundinha, uma canção inédita da mesma fase. Mauricio, após ter se casado com uma americana, mudou-se para Miami. Sua vaga foi provisoriamente preenchida por Andria Busic, baixista do Dr. Sin, que entregou seu lugar um mês depois para Osvaldo Fagnani. Após quase mais um ano de turnê, Roger percebe que o Ultraje a Rigor já não era a mesma banda. Leôspa, depois de ter casado, já não podia manter o seu entusiasmo para viajar e ensaiar; Sergio aspirava sair para formar a sua própria banda, e Osvaldo preferia trabalhar em seu estúdio profissional. Depois de uma conversa com Leôspa, Roger decidiu procurar novos membros para tentar continuar o Ultraje.

Pesquisando em bares e através de mostras de bandas principiantes, encontrou Flávio Suete, baterista que tocava covers de Frank Zappa. Flávio recomendou Serginho Petroni, baixista que também tocava covers. Juntos, começaram as audições para novos guitarristas. Depois de meses de teste, descobriram Heraldo Paarmann através de um anúncio da Rádio Brasil 2000 FM. Eles continuaram ensaiando e tocaram alguns shows para reforçar os respectivos sons. Em 1992, contra a vontade da banda, a WEA lançou uma coletânea chamada "O Mundo Encantado de Ultraje a Rigor" (a palavra "Encantado" era uma ironia de Roger com relação ao encanto dos primeiros anos e as dificuldades com a gravadora, em relação a novos projetos). Embora essencialmente uma coletânea do material lançado anteriormente, o álbum continha duas novas faixas da nova formação (Vamos Virar Japonês, com a dupla caipira Tonico e Tinoco; e uma versão de Rock das Aranha, de Raul Seixas) juntamente com reedições hits lançados anteriormente. Em 1992, ainda em rebelião contra a indiferença da sua empresa discográfica, o grupo grava independentemente Ah, Se Eu Fosse Homem, uma digressão sobre as dificuldades enfrentadas pelos homens no que diz respeito ao novo pós-feminismo. A fita desta música, distribuída para estações de rádio pela própria banda, produziu os resultados esperados.

Em 1993, em meio a uma situação já tensa com a gravadora, lançam Ó!, seu sexto LP - o quarto composto apenas por novos materiais. O disco foi gravado às pressas (dois meses de estúdio) e com orçamento pequeno, condição que foi imposta pela WEA, que mesmo assim, praticamente ignorou o álbum, fazendo com que o contrato fosse rompido em 1994. O clipe de "Acontece Toda Vez Que Eu Fico (Apaixonado)" fez sucesso na MTV, mas a canção era apenas um modesto sucesso na mídia e nas lojas. Em 1995, uma nova coleção de hits, desta vez sem o conhecimento da banda, foi lançado, parte de uma série chamada "Geração Pop". Em 1996, a empresa lança ainda outra coleção-surpresa, um registro denominado O Melhor do Ultraje a Rigor/2 É Demais! - fusão dos dois primeiros álbuns sem as faixas bônus. Ainda sem notificar a banda, a Warner libera mais dois relançamentos: em 1997, Pop Brasil, (na verdade, uma reemissão de Geração Pop com menos músicas), e, em 1998, Ultraje a Rigor Vol. 2/2 É Demais!, outra coletânea-fusão de dois álbuns, sem as faixa-bônus, da banda - o terceiro e quarto discos.

Recomeço: 1999 - 2007

No início de 1999, depois que Serginho deixou a banda e foi substituído por Rinaldo Amaral (conhecido como Mingau), o Ultraje lança 18 Anos Sem Tirar!, um disco ao vivo gravado em 1996, de maneira independente, que ganhou quatro faixas inéditas em estúdio. Agora tendo trocado a WEA pela a Deckdisc/Abril Music e tendo como carro-chefe a faixa "Nada a Declarar", alcançam o Disco de Ouro. Em Janeiro de 2001, o Ultraje a Rigor participou da terceira edição do Rock in Rio, numa apresentação conjunta ao lado do Ira! e com direito a Should I Stay Or Should I Go?, cover do The Clash.

Em 2002, outra alteração na formação: Flávio e Heraldo distanciam-se das intenções musicais do resto da banda e resolvem deixá-la. Foram substituídos por Marco Aurélio Mendes, o Bacalhau, ex-baterista do Rumbora, e Sérgio Serra, ex-guitarrista do Ultraje, que voltou de Los Angeles para reintegrar o grupo e participar da gravação de Os Invisíveis.

Em 2005, a banda gravou e lançou, em CD e DVD (o primeiro da carreira), o seu Acústico MTV. O álbum inclui grandes sucessos como "Inútil", "Mim Quer Tocar", "Independente Futebol Clube" e "Eu Gosto de Mulher" e faixas inéditas, como "Cada Um Por Si". Destaques também para Eu Não Sei, versão de Can't Explain, do The Who, feita por Roger a pedido do Ira!; Ciúme, gravada numa versão originalmente prevista para o disco Nós Vamos Invadir Sua Praia, com uma parte calma; e Nós Vamos Invadir Sua Praia, com cordas e metais.

Fase independente: 2008 - 2010

No final de 2008, Roger confirmou a saída da gravadora Deckdisc para trabalhar em um álbum independente disponível para download. O projeto recebeu o nome de Música Esquisita a Troco de Nada!, não sendo necessário pagar para ter as músicas em seu computador. No início de 2009, após a gravação de algumas demos, Sérgio Serra abandona novamente a banda. Lançado em 5 de abril de 2009, o EP foi gravado com as participações especiais de Edgard Scandurra nas guitarras, da cantora Klébi Nori na música Amor e foi disponibilizado no site ReverbNation e no My Space da banda.

Após alguns meses como um power-trio, acompanhados pela banda de apoio, através de uma conta no Facebook, Roger anuncia a entrada do guitarrista Marcos Kleine. Com esta formação, a banda continua realizando shows pelas proximidades da região sudeste do Brasil, devido ao medo de avião de Roger, o que leva a banda conseguir agenda em shows que são possíveis a locomoção por ônibus.

2010 - Atualmente

Em 2010, foi anunciado o lançamento da biografia Nós Vamos Invadir Sua Praia, que mostra a história da banda. O livro, escrito pela jovem jornalista Andréa Ascenção, autora do agente literário Andrey do Amaral, vem recheado com histórias, fotos, letras de músicas, depoimentos e curiosidades. A biografia foi publicada em abril de 2011 pela Editora Belas Letras. Na época, Roger pretendia gravar um CD e DVD ao vivo, comemorando 30 anos de carreira.

Em junho de 2011, a banda passou a fazer parte do elenco do talk show Agora É Tarde, como banda fixa. Com isso, a banda voltou a ter um maior destaque na grande mídia, se apresentando em grandes festivais, como o SWU, onde tiveram problemas com a produção do cantor britânico Peter Gabriel, e no Reveillon na Paulista.

Em 2012, a banda lançou pela Deckdisc um álbum em parceria com os Raimundos, intitulado O Embate do Século: Ultraje a Rigor vs. Raimundos. A ideia do projeto é de que uma banda regrave da outra, e vice-versa.

No final de 2013, a banda anunciou a saída da Rede Bandeirantes e do Agora É Tarde, se juntando, assim, a Danilo Gentili, Léo Lins, Murilo Couto e Juliana Oliveira no novo late-night talk show brasileiro, The Noite no SBT.

Em 2015, a banda grava o álbum instrumental Por que Ultraje a Rigor?, Vol. 2, sendo uma continuação do álbum de versões, lançado pelo grupo em 1990. O registro, gravado ao vivo no estúdio, conta com 20 regravações e tem a distribuição da EF, selo pertencente à Sony Music. O projeto foi lançado em agosto. No mesmo ano se apresentaram no Palco Sunset da sexta edição do Rock in Rio, ao lado de Erasmo Carlos.

Em 2016, abriram o show dos Rolling Stones no Estádio do Maracanã pela turnê América Latina Olé Tour 2016.

Agenda

Todos os Álbuns

Discografia

Fotos

Vídeos

Contato

Telefones

  • (11) 4251-8888
  • (11) 95845-5000

Shows

  • contatos@showtime19.net
  • ultraje@showtime19.net

Endereço

  • São Paulo, SP

Redes Sociais