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80 De los ochenta | Top 100

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Roger Moreira · 24/11/2020 às 12:24 · Ler Mais

As 35 melhores bandas brasileiras (segundo um site estrangeiro) – BanjomanBold

Listas são listas e, em 99.9% dos casos, são sinônimos de polêmica. Toda vez que você coloca, em um ranking, coisas que vão de bandas a discos e clipes, as opiniões são as mais diversas e, principa…

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Roger Moreira · 24/11/2020 às 12:24 · Ler Mais

ALMANAQUE DO SAMBA (ANDRÉ DINIZ)* ~ Musicaria Brasil

A cultura, de forma geral, e a música popular, em particular, passaram a reverberar essa onda de mobilização e questionamentos. Mas é sobretudo no rock brasileiro, batizado de BRock pelo jornalista Arthur Dapieve, que encontramos as letras mais inquietas e picantes de crítica social.Segundo Rita Lee, uma das poucas artistas do rock que conseguiu seu espaço sem ser marginalizada, “roqueiro brasileiro sempre teve cara de bandido”. Talvez por isso, desde o fim da Jovem Guarda, o rock vinha perdendo seu espaço na indústria fonográfica. Isso mudou na década de 1980. No festival “MPB 80”, da Rede Globo, foram plantadas as sementes da new wave no Brasil, representadas pelo grupo Gang 90 & As Absurdetes. Foi ali também que surgiu para o grande público um fenômeno do pop-rock brasileiro chamado Blitz. As performances teatrais e caricatas e as letras irreverentes associaram o grupo àsapresentações do teatro de revista do início do século passado.Aberto o mercado, nomes como Cazuza, Roger Moreira, Herbert Vianna e Renato Russo lideraram um movimento de dezenas de bandas: Paralamas do Sucesso, Titãs, Legião Urbana, Ultraje a Rigor, Plebe Rude, Camisa de Vênus, Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, entre outros. É bom lembrar nesse brevíssimo histórico da “Geração Coca-Cola” que, a partir dos anos 1980, o mercado fonográfico passou também a acolher e portanto estimular cada vez mais a produção de músicas cantadas em português (nos seus mais variados estilos: rock, pagode, axé-music, sertanejo etc.). Isso só vem corroborar a força da música brasileira, haja vista que muitas rádios e TVs de países europeus já haviam sucumbido ao internacionalismo comercial da língua inglesa.“Inútil”e “Geração Coca-Cola”As letras dessas duas músicas representam muito do clima que a juventude vivia na sociedade brasileira dos anos 1980. “Inútil” foi lançada pelo grupo Ultraje a Rigor, de São Paulo, que faz uma mistura de antropofagia cultural com o rock mais tradicional de Bill Halley e seus Cometas. Nela, Roger Moreira e sua turma brincam com o período de transição do país, entre o governo militar e o civil. “A gente pede grana e não consegue pagar” critica a altíssima dívida externa brasileira. E, como não poderia deixar de ser, a letrafaz referência à surpreendente derrota da excelente seleção de 82 na copa da Espanha: “A gente joga bola e não consegue ganhar…/ Inútil, a gente somos inútil…” Já a música da Legião Urbana, “Geração Coca-Cola”, traça um perfil dos jovens da época, pós-golpe militar de 64 e fortemente influenciados pela cultura norte-americana: “Quando nascemos fomos programados/ a receber o que vocês nos empurraram/ com os enlatados dos usa, de 9 às 6/ desde pequenos nós comemos lixo/ comercial e industrial/ mas agora chegou nossa vez/ vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocês…”

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Roger Moreira · 22/11/2020 às 13:50 · Ler Mais

Acumulador Doentio – Ep. 1 | The Noite (20/11/20) – YouTube

Roger Moreira · 22/11/2020 às 12:38 · Ler Mais

GOTO SECO – Movimento Alternativo: Rock é Atitude: A Contribuição Sociopolítica do Rock ao Longo das Décadas Parte 4/8

Sendo assim, nos anos 1980, no Brasil, o Rock deu voz à sociedade amordaçada pela ditadura militar, e essa década marcou a “Era de Ouro” do rock brasileiro. Algumas bandas brasileiras consagradas nessa década são: Blitz; 14 Biz; Titãs; Legião Urbana; Capital Inicial; Barão Vermelho; Paralamas do Sucesso; Engenheiros do Havaí; Ira; Ultraje a Rigor; Detrito Federal; RPM; Nenhum de Nós; e Biquini Cavadão.

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Roger Moreira · 21/11/2020 às 15:19 · Ler Mais

Superlive – Lacombe convida: Roger

Roger Moreira · 20/11/2020 às 15:11 · Ler Mais

Sérgio Reis escreveu carta sobre Ditadura no Diário de São Paulo #boato


Como muita gente sabe, existem alguns boatos que, não importam quantas sejam desmentidos, continuam circulando. É o caso de uma carta que já foi atribuída ao cantor Roger Moreira, a Miriam Leitão, Lulu Santos e, novamente, circula em nome do cantor e político Sérgio Reis.

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Roger Moreira · 13/11/2020 às 20:41 · Ler Mais

1985: O que aconteceu na música em 30 discos – Portfólio – Amanda Marques


Ultraje a Rigor — Nós Vamos Invadir sua Praia

Um dos berços do rock nacional, o Rio de Janeiro foi invadido pelas bandas paulistas na década de 80, o que inspirou o título do disco de estreia do Ultraje a Rigor: “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, que era altamente antecipado, pois “Mim Quer Tocar”, “Eu Me Amo” e “Rebelde Sem Causa” já eram verdadeiros hits, lançados em CS antes do disco. “Nós Vamos Invadir Sua Praia” é formado por verdadeiros clássicos atemporais, como “Ciúme”, “Inútil” e “Marylou”, (com participação especial de Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso, tocando guitarra solo). Nove das onze faixas do disco estiveram entre as mais tocadas da época, trazendo um sucesso inacreditável ao Ultraje A Rigor, que quebrou recordes de público em seus shows. A banda soube contar a história da juventude da década de 80, engajada no movimento político das Diretas Já!. Com um humor afiado e crítico, o disco é uma das obras mais importantes da música brasileira.

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Roger Moreira · 06/11/2020 às 15:41 · Ler Mais

Ultraje a Rigor | Biography & History | AllMusic

The Ultraje a Rigor are one of the most important groups in Brazilian rock. Their simple and danceable rock & roll approach and their irreverence and irony contributed to them solidifying their style and reaching large amounts of fans.

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Roger Moreira · 06/11/2020 às 15:31 · Ler Mais

Carência afetiva, dependência emocional – Monolito Nimbus

Meus dois pais me tratam muito bem

(o que é que você tem que não fala com ninguém?)

Meus dois pais me dão muito carinho

(então porque você se sente sempre tão sozinho?)

Meus dois pais me compreendem totalmente

(como é que cê se sente, desabafa aqui com a gente!)

Meus dois pais me dão apoio moral

(não dá pra ser legal, só pode ficar mal!)

“Rebelde sem causa”, canção de Ultraje a Rigor

Muito mais do que estar acessível, a figura de apego deve se mostrar receptiva, responder de maneira adequada (BOWLBY, 2004).Em seus estudos sobre o desenvolvimento, o psicanalista Winnicott (1983) nos fala da importância do cuidado paterno inicial e de um ambiente facilitador que permita à criança sobreviver e estruturar-se psiquicamente: “O desenvolvimento emocional ocorre na criança se se proveem condições suficientemente boas, vindo o impulso para o desenvolvimento de dentro da própria criança” (WINNICOTT, 1983, p. 63).

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Roger Moreira · 05/11/2020 às 12:57 · Ler Mais

Sobre a Banda

Princípio: 1980 - 1988

O grupo Ultraje a Rigor começou como uma banda de covers, principalmente de Beatles, punk rock e new wave. A primeira formação, composta por Roger, Leôspa, Sílvio e Edgard Scandurra, começou fazendo pequenos shows em bares. Em 1982, decidiram que o nome da banda seria Ultraje a Rigor, um trocadilho com a expressão "traje a rigor". Roger, inicialmente, havia pensado em batizar a banda apenas como "Ultraje", mas Edgard, quando perguntado a respeito do nome, ouviu errado e perguntou: "Hã? Como é? Que traje, o traje a rigor?". O trocadilho fez sucesso e o nome Ultraje a Rigor foi adotado.

Brevemente, Silvio deixou a banda e foi substituído por Maurício Defendi. Em abril de 1983, a nova formação participa do primeiro show da banda apenas com composições próprias. Após um desses shows, assinaram um contrato de gravação com o produtor Pena Schmidt, que fazia parte da WEA e trabalhou também com artistas como o Ira! (do qual Edgard fazia parte) e os Titãs. Eles haviam gravado seu primeiro single, Inútil/Mim Quer Tocar, que, por problemas com a censura, não foi liberado até outubro daquele ano.

Edgard, já membro do Ira!, encontrou-se impossibilitado de continuar a dividir seu tempo entre duas bandas e optou pela segunda. Carlo Bartolini, conhecido como Carlinhos, foi chamado para seu lugar. Em 1984, com a nova formação, o Ultraje grava seu segundo single, Eu Me Amo/Rebelde Sem Causa. A primeira canção teve relativo sucesso, incentivado pela coincidência de seu refrão com o de Egotrip, da Blitz. A segunda música, porém, foi determinante para o sucesso da banda desde que começou a ser executada, em janeiro de 1985.

O primeiro LP da banda, Nós Vamos Invadir Sua Praia, lançado alguns meses mais tarde, fez grande sucesso. Foi o primeiro LP de rock no Brasil a ganhar Disco de Ouro e Disco de Platina. A maior parte das músicas teve grande sucesso, e a banda quebrou recordes de público em diferentes locais em todo o país, como o Canecão, no Rio de Janeiro.

No início de 1986, o Ultraje grava um LP chamado Liberdade Para Marylou, com uma versão remixada de Nós Vamos Invadir Sua Praia, a canção inédita Hino dos Cafajestes e uma versão de Marylou em ritmo de carnaval, que foi bastante tocada nos bailes de carnaval da época. Em 1987, durante as gravações do novo LP, Sexo!, Carlinhos (com a possibilidade de uma mudança para Los Angeles para formar sua própria banda) deixou a banda e Sérgio Serra o substituiu. O segundo álbum foi tão bem sucedido quanto o primeiro, com a canção Eu Gosto de Mulher atingindo um máximo de #96 no Hot100Brasil.

Maturidade e mudanças: 1989 - 1998

Em 1989, mais maduros e um pouco cansados pelas constantes turnês, os integrantes gravam o terceiro disco, Crescendo. O álbum vendeu bem, mas os meios de comunicação social começam a perder o interesse no Ultraje após quatro anos de sucesso. Mesmo assim, o grupo ainda provocou polêmica, ao fazer uma provocação ao anúncio do fim da censura oficial, com a canção Filha da Puta. A canção foi censurada extra-oficialmente, em muitas estações de rádio e programas de TV, o que dificultou a promoção do álbum. Outras canções picantes com temas como "O Chiclete" e "Volta Comigo", uma música que trata de adultério, tiveram suas execuções comprometidas. Em 1990, o Ultraje voltou às suas raízes lançando o "Por Quê Ultraje a Rigor?", um álbum de covers que faziam parte do seu repertório do início da carreira, além de Mauro Bundinha, uma canção inédita da mesma fase. Mauricio, após ter se casado com uma americana, mudou-se para Miami. Sua vaga foi provisoriamente preenchida por Andria Busic, baixista do Dr. Sin, que entregou seu lugar um mês depois para Osvaldo Fagnani. Após quase mais um ano de turnê, Roger percebe que o Ultraje a Rigor já não era a mesma banda. Leôspa, depois de ter casado, já não podia manter o seu entusiasmo para viajar e ensaiar; Sergio aspirava sair para formar a sua própria banda, e Osvaldo preferia trabalhar em seu estúdio profissional. Depois de uma conversa com Leôspa, Roger decidiu procurar novos membros para tentar continuar o Ultraje.

Pesquisando em bares e através de mostras de bandas principiantes, encontrou Flávio Suete, baterista que tocava covers de Frank Zappa. Flávio recomendou Serginho Petroni, baixista que também tocava covers. Juntos, começaram as audições para novos guitarristas. Depois de meses de teste, descobriram Heraldo Paarmann através de um anúncio da Rádio Brasil 2000 FM. Eles continuaram ensaiando e tocaram alguns shows para reforçar os respectivos sons. Em 1992, contra a vontade da banda, a WEA lançou uma coletânea chamada "O Mundo Encantado de Ultraje a Rigor" (a palavra "Encantado" era uma ironia de Roger com relação ao encanto dos primeiros anos e as dificuldades com a gravadora, em relação a novos projetos). Embora essencialmente uma coletânea do material lançado anteriormente, o álbum continha duas novas faixas da nova formação (Vamos Virar Japonês, com a dupla caipira Tonico e Tinoco; e uma versão de Rock das Aranha, de Raul Seixas) juntamente com reedições hits lançados anteriormente. Em 1992, ainda em rebelião contra a indiferença da sua empresa discográfica, o grupo grava independentemente Ah, Se Eu Fosse Homem, uma digressão sobre as dificuldades enfrentadas pelos homens no que diz respeito ao novo pós-feminismo. A fita desta música, distribuída para estações de rádio pela própria banda, produziu os resultados esperados.

Em 1993, em meio a uma situação já tensa com a gravadora, lançam Ó!, seu sexto LP - o quarto composto apenas por novos materiais. O disco foi gravado às pressas (dois meses de estúdio) e com orçamento pequeno, condição que foi imposta pela WEA, que mesmo assim, praticamente ignorou o álbum, fazendo com que o contrato fosse rompido em 1994. O clipe de "Acontece Toda Vez Que Eu Fico (Apaixonado)" fez sucesso na MTV, mas a canção era apenas um modesto sucesso na mídia e nas lojas. Em 1995, uma nova coleção de hits, desta vez sem o conhecimento da banda, foi lançado, parte de uma série chamada "Geração Pop". Em 1996, a empresa lança ainda outra coleção-surpresa, um registro denominado O Melhor do Ultraje a Rigor/2 É Demais! - fusão dos dois primeiros álbuns sem as faixas bônus. Ainda sem notificar a banda, a Warner libera mais dois relançamentos: em 1997, Pop Brasil, (na verdade, uma reemissão de Geração Pop com menos músicas), e, em 1998, Ultraje a Rigor Vol. 2/2 É Demais!, outra coletânea-fusão de dois álbuns, sem as faixa-bônus, da banda - o terceiro e quarto discos.

Recomeço: 1999 - 2007

No início de 1999, depois que Serginho deixou a banda e foi substituído por Rinaldo Amaral (conhecido como Mingau), o Ultraje lança 18 Anos Sem Tirar!, um disco ao vivo gravado em 1996, de maneira independente, que ganhou quatro faixas inéditas em estúdio. Agora tendo trocado a WEA pela a Deckdisc/Abril Music e tendo como carro-chefe a faixa "Nada a Declarar", alcançam o Disco de Ouro. Em Janeiro de 2001, o Ultraje a Rigor participou da terceira edição do Rock in Rio, numa apresentação conjunta ao lado do Ira! e com direito a Should I Stay Or Should I Go?, cover do The Clash.

Em 2002, outra alteração na formação: Flávio e Heraldo distanciam-se das intenções musicais do resto da banda e resolvem deixá-la. Foram substituídos por Marco Aurélio Mendes, o Bacalhau, ex-baterista do Rumbora, e Sérgio Serra, ex-guitarrista do Ultraje, que voltou de Los Angeles para reintegrar o grupo e participar da gravação de Os Invisíveis.

Em 2005, a banda gravou e lançou, em CD e DVD (o primeiro da carreira), o seu Acústico MTV. O álbum inclui grandes sucessos como "Inútil", "Mim Quer Tocar", "Independente Futebol Clube" e "Eu Gosto de Mulher" e faixas inéditas, como "Cada Um Por Si". Destaques também para Eu Não Sei, versão de Can't Explain, do The Who, feita por Roger a pedido do Ira!; Ciúme, gravada numa versão originalmente prevista para o disco Nós Vamos Invadir Sua Praia, com uma parte calma; e Nós Vamos Invadir Sua Praia, com cordas e metais.

Fase independente: 2008 - 2010

No final de 2008, Roger confirmou a saída da gravadora Deckdisc para trabalhar em um álbum independente disponível para download. O projeto recebeu o nome de Música Esquisita a Troco de Nada!, não sendo necessário pagar para ter as músicas em seu computador. No início de 2009, após a gravação de algumas demos, Sérgio Serra abandona novamente a banda. Lançado em 5 de abril de 2009, o EP foi gravado com as participações especiais de Edgard Scandurra nas guitarras, da cantora Klébi Nori na música Amor e foi disponibilizado no site ReverbNation e no My Space da banda.

Após alguns meses como um power-trio, acompanhados pela banda de apoio, através de uma conta no Facebook, Roger anuncia a entrada do guitarrista Marcos Kleine. Com esta formação, a banda continua realizando shows pelas proximidades da região sudeste do Brasil, devido ao medo de avião de Roger, o que leva a banda conseguir agenda em shows que são possíveis a locomoção por ônibus.

2010 - Atualmente

Em 2010, foi anunciado o lançamento da biografia Nós Vamos Invadir Sua Praia, que mostra a história da banda. O livro, escrito pela jovem jornalista Andréa Ascenção, autora do agente literário Andrey do Amaral, vem recheado com histórias, fotos, letras de músicas, depoimentos e curiosidades. A biografia foi publicada em abril de 2011 pela Editora Belas Letras. Na época, Roger pretendia gravar um CD e DVD ao vivo, comemorando 30 anos de carreira.

Em junho de 2011, a banda passou a fazer parte do elenco do talk show Agora É Tarde, como banda fixa. Com isso, a banda voltou a ter um maior destaque na grande mídia, se apresentando em grandes festivais, como o SWU, onde tiveram problemas com a produção do cantor britânico Peter Gabriel, e no Reveillon na Paulista.

Em 2012, a banda lançou pela Deckdisc um álbum em parceria com os Raimundos, intitulado O Embate do Século: Ultraje a Rigor vs. Raimundos. A ideia do projeto é de que uma banda regrave da outra, e vice-versa.

No final de 2013, a banda anunciou a saída da Rede Bandeirantes e do Agora É Tarde, se juntando, assim, a Danilo Gentili, Léo Lins, Murilo Couto e Juliana Oliveira no novo late-night talk show brasileiro, The Noite no SBT.

Em 2015, a banda grava o álbum instrumental Por que Ultraje a Rigor?, Vol. 2, sendo uma continuação do álbum de versões, lançado pelo grupo em 1990. O registro, gravado ao vivo no estúdio, conta com 20 regravações e tem a distribuição da EF, selo pertencente à Sony Music. O projeto foi lançado em agosto. No mesmo ano se apresentaram no Palco Sunset da sexta edição do Rock in Rio, ao lado de Erasmo Carlos.

Em 2016, abriram o show dos Rolling Stones no Estádio do Maracanã pela turnê América Latina Olé Tour 2016.

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